Pra nego não ficar dizendo que este blog é só viadagem, eis aqui uma bela imagem capturada por mim, ontem. Nela é possível ver grande parte do bairro Trindade, onde fica a Universidade Federal dos Maconheiros Comunistas, digo, de Santa Catarina.
Ao subir um morro no bairro Pantanal, pra comprar crack, digo, pra cumprir um mandado judicial, esbaforido, tive que fazer uma pausa pra recuperar o fôlego, pois estava subindo ele a pé, já que referida localidade é inacessível para carro, quando fui surpreendido com o belo visual.
Friday, January 20, 2012
Crack (de futebol)
Friday, December 9, 2011
Cuidado: Crianças
Não consegui captar o que o sujeito pretendia com esse anúncio.
É pra se ter medo das crianças? É pras crianças se cuidarem? É um anúncio de uma pessoa se oferecendo pra cuidar de crianças?
Infelizmente, temo que nunca saberemos a resposta para essas perguntas...
Thursday, December 8, 2011
Ora pois, Monstrobook
Nas minhas últimas andanças por aquele odioso bairro intitulado "Rio Vermelho" - lugar menos aprazível da Ilha da Agônia, onde os maloqueiros imperam e a língua portuguesa é paulatinamente subjulgada - eis mais duas placas que fotografei:
Você confiaria seu "compultador" ou seu "notbook" a essa pessoa? Detalhe que o nome do lugar era "Digital Life Style". Pelo menos no inglês o cara mandou bem...
Se você vier a Fpolis, não visite o Rio Vermelho, pois é um bairro de merda, pois as pessoas são feias, pois as ruas não são calçadas...
Wednesday, November 23, 2011
O nazista da gramática
Essa eu achei na "Favela do Siri", localidade que é a prova viva de que o uso acentuado de substâncias emaconhantes não combina com o domínio da boa gramática.
Já essa foi tirada na localidade do "Sitio de Cima", ou seria "Sítio de Baixo"? Eu nunca sei qual é qual. Enfim, nessa dai o cara fez um triplo combo: acentuação, concordância e barbarismo.
Wednesday, October 12, 2011
Friday, May 27, 2011
Samsung Galaxy Tab
Para aqueles que, como eu, levam uma vida inócua e sem sentido, trabalham num emprego de merda, são feios, carecas, peludos e de pinto pequeno, só há um jeito de se preencher o vazio que se sente por dentro: consumismo irracional, notadamente a aquisição de produtos eletrônicos caros e desnecessários.
Pois bem, acabo de adquirir um equipamento que ira resolver todos os meus problemas, um Samsung Galaxy Tab, que é, na realidade um tablet, mais especificamente, um ipad de podre.
Por intermédio de uma infinidade de aplicativos que podem ser baixados da internet e nele instalados, posso fazer uma porção de coisas maneiras, como, por exemplo, ver meus e-mails, twittar, ver vídeos, fazer ligações telefônicas, estudar, tirar fotos, papear no MSN, atualizar este malfado blog, et cetera. Só ficou faltando um aplicativo para pegar mulher e outro para fazer o meu pinto parecer maior à meia luz, mas tenho certeza que a galera do google já está trabalhando nesse sentido.
Por enquanto, a melhor utilidade que achei para meu novo brinquedinho foi impressionar a galera do busão, eis que se trata de uma tecnologia inédita na cidade de Gaspar, onde a maior parte das pessoas ainda vive no período Paleolítico.
Quero acreditar que referido aparelinho me ajudará a encontrar a resposta para as grandes questões que atormentam a humanidade: Qual o sentido da vida? Deus existe? Estamos sozinhos do universo? Existe vida após a morte? Afinal, tamanho é documento?
Meu cangi ferve nas veias
Dia desses tava de bobeira lá no Foro Central da Comarca de Trocken Arsch, onde ocupo um prestigioso cargo público, quando resolvi dar uma volta para aliviar as ideias. Em dado setor, qual não foi minha surpresa ao me deparar com o documento acima fotografado, cuja métrica poética e a correição orto-gramatical são impecáveis.
Segundo informações obtidas posteriormente, seria uma fracassada tentativa de se reproduzir a letra de uma conhecida música de merdanejo univesiotário, tão em voga hoje em dia entre a molecada débil-mental.
Sunday, May 1, 2011
Wednesday, April 20, 2011
Saturday, April 16, 2011
O Estudante de Direito Furbiano - Vol. I
Segundo consta nos anais da história, já houve um tempo em que os estudantes eram uma classe intelectual, socialmente engajada e lutadora.
Tanto é verdade, que na pseudo-germânica cidade de Blumenhell foi erigida a Praça do Estudante, a qual foi adornada com uma estátua em bronze de um estudante dotado das características acima nominadas.
Mas o tempo passou. Se outrora eram a nata intelectual da nação luso-tupi-guarani, hoje, os estudante universitários são a escória da sociedade. E dessa classe desprezível, aqueles que frequentam o curso de direito se destacam por sua alienação, estupidez e a completa ausência de bom-senso e/ou "celébro". Reles respondedores de chamada, o acadêmico de direito só precisa aguardar o transcurso de 5 anos para obter compulsoriamente, ao final, o seu diploma de "baixaria em direito". Já que, para se formar nas ciências jurídicas, não é necessário um único pingo de esforço ou dedicação, basta responder a chamada durante 5 anos. E o movimento estudantil do curso de direito? Nos dias de hoje suas atribuições se resumem a organizar festas com bebida liberada e congressos de fachada, cujo único propósito é a distribuição indiscriminada de Certificados de Atividades Complementares. Isso sem contar a possibilidade de seus "diretores" ludibriarem calouras incautas.
Isto posto, a fim de abordar as contradições existentes entre o estudante de direito de hoje e o de ontem, inauguro uma nova e despretensiosa série de cunho humorístico-zorra-totalense intitulada "O Estudante de Direito Furbiano".
Será que uma cabeça esculpida em bronze será rígida o suficiente para suportar a estupidez descomunal da mente do estudante de direito hodierno? É o que tentarei descobrir.
E para iniciar, uma representação pictográfica da única preocupação desses vermes:
Friday, March 25, 2011
Art. 1275, III, do CC
A vida é mesmo cheia de surpresas. Dia desses, no que parecia ser só mais um dia de merda, eu e Wilson estávamos esperado por nossa carona pro trabalho.
Mal sabíamos que o destino tinha nos reservado um belo presente.
Então lá estávamos, esperando e papeando sobre o quão desprezíveis são nossos colegas servidores públicos. Enquanto conversávamos, passo o olho por algo que me chama a atenção e interrompo o papo.
- Que diabos é isso? - pergunto apontando para uma sacola verde, encostada contra uma parede próxima.
- Sei lá, parece que tem umas revistas ali dentro. - Wilson responde.
Wilson parecia estar certo. Realmente havia umas revistas naquela sacola. Resolvi inspecionar mais de perto. Me agachei e, com o dedo indicador em riste, abri um pouco mais a sacola, só o suficiente para ver a capa da primeira revista.
Qual não foi nossa surpresa ao ver que a sacola continha diversas edições diferentes de revistas de mulher pelada. Aquilo era um achado. Um presente da divina providência.
Tiramos as revistas da sacola e as inspecionamos, com fins meramente pedagógicos, numa plataforma próxima, conforme se depreende das imagens abaixo.
Fui obrigado a tirar as fotos, pois se esse relato viesse desacompanhado de um registro fotográfico, com certeza nego ia duvidar da minha palavra.
Mas no fim, a verdadeira dúvida é: como diabos essas revistas foram parar ali? a quem elas pertencem? será que foram abandonadas ou esquecidas?
Ato continuo ao achado, Wilson e eu procedemos a distribuição equânime das revistas entre nós dois para posterior fruição.








